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Um fim de semana não é quase nada sem um filme, não é mesmo? Por isso, depois de descobrir que um filme do Tim Burton estava no cinema, não pude deixar de ir e de indicar pra vocês aqui também. Frankenweenie, o filme que estreou nesse dia dois, tem grande semelhança com A noiva cadáver ou O estranho mundo de Jack (não poderia se esperar algo diferente vindo de Burton)
O filme conta a história de um garoto chamado Victor, que é perdidamente apaixonado por seu cachorro Sparky, que morre. Super inteligente, Victor decide usar a ciência para trazer o cachorro de volta a vida, e tenta esconder a criação a todo custo. Mas um dia, todos descobrem e Victor também descobre que brincar com a Vida e a morte pode ser algo meio macabro.
O filme tem um toque de loucura, a cidade em que o filme se passa não tem nada de normal, é essa umas das coisas que mais me atrai nos filmes do Tim. E também, umas das melhores coisa do filme , foi ele ser completamente em preto e branco.
Isso pode incomodar e não causar uma primeira boa impressão, mas acreditem, deixa tudo muito mais legal. E você sai da sala de cinema vendo tudo preto e branco hahaha. É isso, não deixe de assistir!
Por todo lugar que vou eu vejo Sky ferreira, e não me canso. pois desde o clipe "one" sou louco por ela, não sou muito chegado a vocais femininos mas o que me chama a atenção sempre é a originalidade que tanto ela quanto a Claire (Grimes) tem de sobra, e são uma das poucas cantoras que posso dizer que realmente gosto.
Sky Ferreira irá participar de um Filme independente chamado IRL "uma garota que luta para registrar todos os acontecimentos da noite anterior, durante 24 horas em Nova York" escrito por Patrik Sandberg. Provavelmente não virá para o Brasil e não terá dublagem por ser um curta independente e não muito famoso, infelizmente.
O filme não tem data de estréia, no site oficial está escrito apenas "Coming soon", já estou ansioso. :)
Marilyn Monroe é um mito, uma lenda. Uma incógnita para muitos, deusa para muitos outros, Monroe sempre atraiu a atenção de todos, e como se ainda estivesse entre nós, o independente filme "Sete Dias com Marilyn (My Week with Marilyn)" se tornou um dos assuntos mais comentados pela mídia popular e especializada desde seu lançamento, no final de 2011.
Dirigido por Simon Curtis, escrito por Adrian Hodges e estrelado por Michelle Williams (após negociações com Kate Hudson, Scarlett Johansson, Amy Adams e Lindsay Lohan), o longa não se mostra biográfico, nem tampouco puro romance ou puro drama, mas um estudo; estudo sobre a pessoa que era Marilyn Monroe (nome artístico de Norma Jean Monterson), a pessoa por trás do ícone, e tudo baseado em fatos reais, a partir do diário de Colin Clark, na época assistente de direção do filme Prince and the Showgirl.
"sinopse: O filme focará no período que Marilyn Monroe (Michelle Williams) passou na Inglaterra filmando The Prince and the Showgirl ao lado de Laurence Olivier (Kenneth Branagh). A história adapta o livro homônimo de Colin Clark, que na época trabalhava como assistente nas filmagens. Durante uma semana, ele teve a oportunidade de ciceronear a diva - desesperada para escapar das pressões da rotina hollywoodiana - e mostrar-lhe o melhor da vida britânica."
Após tanto se falar sobre, sempre me pairou uma vontade em assistir ao longa, principalmente por Marilyn já estar intrínseca à história da arte cinematográfica, e ser personagem de muita curiosidade. Porém, foi apenas ao assistir o trailer (vindo em um outro aleatório filme alugado) é que eu senti a necessidade em conhecer essa história. Nem mal o tinha terminado, e eu parei o que estava fazendo, pausei o trailer e voltei à locadora para alugá-lo; fiquei simplesmente apaixonado pelos 2 minutos de divulgação, e não me arrependi.
Com uma direção impecável, unida à mais encantadora fotografia, Sete Dias com Marilyn me fisgou de forma sem igual. Confesso nunca ter pesquisado a fundo a história dessa mulher, mas o longa me levou além do clichê que temos da atriz; não somente um rosto naturalmente belo, nem apenas um símbolo sexual, mas uma mulher de mistérios, amores e intensa personalidade, Marilyn não fazia por ser, mas simplesmente era; não forçava por ser encantadora, mas simplesmente era, e assim ela conquistou o mundo, e principalmente os homens.
O filme, baseado em fatos, se passa durante as gravações de seu filme "The Prince and the Showgirl" e através do olhar de Colin Clark, assistente por quem ela se apegou em meio à pressão das gravações, onde consagrados atores da época não entendiam sua forma de atuar. Não se pode dizer ter havido romance, mas houve conexão. Marilyn, que estava em seu terceiro casamento, não era das mais confiantes mulheres (talvez por ter tído uma infância difícil), e esse fardo a cegou de seu estrelato; mesmo sendo a mulher mais influente da época, Marilyn se via presa ao passado, e apenas aos comprimidos podia recorrer.
Dentre muitas citações interessantes, uma me chamou atenção, e se fez uma definição exata do vivido por Monroe: Ela era uma estrela que apenas queria ser uma boa atriz. Por mais que todos a idolatrassem, ela apenas via a cobrança, o medo por falhar... Facetas inimagináveis diante dos sólidos papéis que ela, impecável e viceralmente, interpretava. Podemos ver uma artista vítima da fama, algo um tanto comum nos dias de hoje, mas na época fora ainda mais pesado. Marilyn foi a primeira.
Intenso enquanto leve, bonito enquanto feio, feliz enquanto triste, Sete Dias com Marilyn nos leva ao íntimo de Monroe através de quem em seu íntimo esteve. Nos mostra que dentro das mais estabelecidas e perfeitas imagens há sempre uma eterna luta.
Country é um estilo musical dos mais difíceis de se aceitar dentre o meio popular jovem, principalmente em meio à explosão pop/eletrônica que temos vivenciado, mas um cantor conseguiu notoriedade com esse estilo tão difícil, unindo uma pose rock 'n' roll, influências do folk e letras pra lá de melancólicas; estou falando de Dylan Leblanc.
Desde pequeno envolto por música, Dylan Leblanc, nascido em Louisiana, tomou gosto por esse universo através de seu pai, guitarrista do legendário estúdio Mucle Shoals, onde bandas como Rolling Stones já passaram. Aos 7 começou a aprender violão, e aos 15 ja escrevia suas próprias canções, que se mostravam algo como Bob Dylan, mesmo que seu maior ícone seja Neil Young.
Com todo esse contexto, seu futuro não seria diferente; aos 19 anos assinou com a Rough Trade Records e lançou seu primeiro album, Paupers Field, um ano depois, em 2010. Todo esse estilo calmo e som que permeia entre country e folk pode ser visto em seu primeiro single, "If Time Was For Wasting"
Atualmente o cantor se prepara para lançar seu segundo album, Cast the Same Old Shadow, de onde já foi lançado um single, "Part One: The End".
Já pensaram em como seria legal um serviço de drinks itinerate, um serviço que te atenderia em qualquer lugar, a qualquer hora? Se você já pensou e não levou pra frente, pode relaxar que agora é só esperar ser atendido. Uma nova sensação começou a se espalhar e se misturar ao gosto dos mais descolados de Londres.
A nova sensação é chamada de The Travelling Gin CO, e tem como inteção andar por ai em bicicletas (ecologicamente corretos, não?), cheios de ingredientes para produzir alguns drinks especiais e interessantes. Tudo vai dentro de uma cestinha, e o drink é preparado na hora, para você.
Agora essa moda esta se espalhando por alguns eventos da Europa, aonde esses carinhas participam e até se tornaram uma nova sensação hipster.
E então, quem vai querer um Pabs Blue Ribbon on Ice? Eu vou!
Dia 6 de Agosto, red carpet montado pras famosas entrarem no MTV video music awards, ou VMA. E é claro, todo mundo de olho nos vestidos, cabelos, acessórios de todas elas. Algumas ganham prêmios, algumas não, mas todas foram clicadas. Então, vamos montar um top 6 das mais bem vestidas e mais visadas nesse VMA. Em 6° Lugar, num Elie Saab cheio de transparência, estampas e uma cauda um tanto grande. Katy Perry.
Em 5°, a ex cantora e atriz da Disney mas que agora bomba em todos os iPods, Demi Lovato, ganhou o prêmio "Melhor clipe com uma mensagem". E no VMA usou dois looks. O primeiro estilo ladylike e por cima uma jaqueta de couro com tachas. E o segundo, um bem curto decotado nas costas, com mangas longas.
Em 4°, toda em branco mas chegou chegando, Taylor Swift, que apostou num terninho de alfaiataria da J.Mendel, e sandálias douradas da Tom Ford.
Em 3° lugar, também apostando no branco e ganhadora do prêmio Vídeo do Ano. Rihanna, com um longo decotado nas costas.
Em 2°, adivinha só? A garota que começou cedo, e dias atrás surpreendeu o mundo com um corte de cabelo bem, vamos dizer, rebelde. Miley Cyrus, ousando num Emilio Pucci, cheio de transparência e com um decote retangular e nas mãos uma clutch cheia de brilhantes da Edie Parker.
E agora, o esperado primeiro e mais alto lugar do top looks, vai pra Emma Watson. Isso mesmo! Investindo em um vestido curto da Peter Pilotto todo estampado.
Falar bem a gente fala, mas também podemos alfinetar alguém, não podemos? A senhorita sumida Kesha, apareceu no red carpet com um vestido curto, transparente e uma bolsa de franjas. Sinceramente achei que o look não rolou. Poxa Kesha, já tá sumida. Quando for aparecer, pelo menos tente surpreender no look.
E lembrem-se, estar em primeiro ou em último num top looks, não quer dizer nada. Quem disse que no próximo red carpet a que estava em último, não pode estar em primeiro?
Fotografadas por Terry Richardson a nova I-D magazine traz 3 lindas opções de capa com Charlotte Free, Kelly Mittendorf & Cara Delenvigne. Cara eu escolho você <3
Neste último dia 21, a dona da voz do milênio lançou seu tão esperado retorno ao cenário musical, chamado Triumphant, e infelizmente nada de positivo.
Mais uma vez Mariah erra em seu trabalho, lançando apenas mais uma música de hip hop embalada no cansativo e comercial clichê em letra e participações especiais, dessa vez com Rick Boss e Meek Mill, dois Who na música mundial.
Muito distante de seus trabalhos consagrados da década de 90, que felizmente vimos em "I Wanna Know What Love Is", que reimpusionou sua carreira há em 2010, Mariah mostra que realmente não valoriza seu talento.
É inegável seu talento musical e sua voz inigualável, mas por que ela não enxerga isso? Não é preciso participação com rappers, super produções, roupas justas ou apenas letras compradas, mas apenas sua voz e um piano.
E nem podemos pensar que a industria musical seja o problema, já que nos ultimos anos cantoras de pura voz, como Leona Lewis e Adele, são as que mais tem sido valorizadas.
Outro ponto é deixar claro que o problema não é ser r&b, mas a forma como é executada. Beyonce é um exemplo de R&B, com voz e boas produções, sem precisar apelar pra clichês ou roupas extremamente coladas.
Pois é, agora nos resta esperar pelo album completo, esperado pra Março de 2013. Mas, de qualquer forma, fica apenas algumas dúvidas: ou Mariah realmente gosta desse estilo rapper-15-anos ou ela ficou cega perante sua própria capacidade artística.
Por que essa mulher não mais se valoriza artisticamente?
Claire Boucher com voz de menina e o clima gótico de suas musicas faz um high/low muito gostoso de se escutar, desde que ouvi a primeira musica já gostei.
Digamos que o som dela seja imprevisível. Não conheço nenhuma outra cantora ou banda que faça algo parecido, com toda sua originalidade a própria Claire dirigiu o video Genesis que ela chama de The Seventh Seal ( O sétimo selo ), um vídeo místico com flamejantes, espadas e meio confuso de se compreender.
Genesis
My heart will never feel
Will never see
Will never know
Oh, heart
And then it falls
And then I fall
And then I know
My heart will never feel
Will never see
Will never know
Holding on
I am a vagabond
It’s always different
I am the one who falls
Recentemente, novas faixas de Lana Del Rey estão sendo divulgados em sites de música. E dessa vez, foram 4 músicas que cairam na rede. "Summer of Sam", "Serial Killer", "Ooh Baby" e "Guetto Baby". Há quem diga que as músicas foram produzidas para o "Born To Die: Paradise Edition", mas são apenas boatos até então.
Confiram as faixas que estão passeando pelos sites de música:
No dia 4 (Sabado) Aconteceu o show da banda The Pretty Reckless na casa de shows HSBC Brasil, em São Paulo. e o que mais se falava foi sobre o Meet&Greet da banda que os fãs não podiam nem chegar perto dos integrantes, a explicação de um dos integrantes da banda foi essa:
“Obrigado pelo amor! Infelizmente temos que correr de algumas pessoas que tentaram prejudicar Taylor ao longo dos últimos anos, então a mesa é uma medida de segurança para ajudar a ter certeza que ela está segura. Nós desejamos que nós não tivéssemos que fazer, mas infelizmente nós não podemos correr nenhum risco com a segurança dela. Esperamos que você compreenda!” (Mark Damon) Segundo o site oficial da banda no brasil, se ela tinha tanto medo então que nem fizesse esse meet and greet porque com certeza uma mesa não iria proteger ninguem de nada.
E decepção de um fã querer ver de perto seu idolo chegar la e tirar uma foto assim? acho que daria vergonha até de divulgar a foto.
Por fim achei um absurdo e tenho certeza que perderam muitos fãs por isso, nunca tive uma opnião formada sobre eles mas agora tenho haha.
Julho nem acabou e já estamos cheios de novidades na industria dos videoclipes, incontáveis artistas lançaram novos vídeos para divulgar seu trabalho, e pensando nisso, decidi listar os 4 mais interessantes lançados até então.
Banda UÓ - Faz Uó
Faz UÓ é o primeiro single de trabalho do trio Banda UÓ, que lá de Goiania ficaram famosos pelo Brasil fazendo paródias de grandes hits internacionais, como "Shake de Amor" de "Whip my Hair", da Willow Smith.
O mais ineressante é que o trio segue um estilo vindo do tecnobrega, mas mais jovem e moderno, e o sucesso foi tanto que, além de ganharem o VMB de Webhit, foram contratados pela DeckDisc, com quem se preparam para lançar seu album de estréia, Motel.
Madonna - Turn up the Radio
Turn Up the Radion foi a escolhida para terceiro single do MDNA, atual album da rainha Madonna. A música é um tanto tranquila, ao contrário dos dois singles anteriores "Give me all your Love" e "Girls Gone Wild".
No vídeo Madonna, cansada dos paparazzis, saí pela cidade recolhendo as mais diversas pessoas para passear em seu conversível. É um vídeo simples, mas com direção e fotografia impecáveis.
Jack White - Freedom at 21
Freedom at 21 é o terceiro single do album solo de estreia de um dos guitarristas mais respeitados da atualidade, Jack White. Embalado pelo rock mais cru, caracteristico do cantor, no vídeo Jack sai pela cidade e acaba sendo preso.
Curiosamente, a mulher com quem Jack dança na cadeia é a cantora Porcelain Black. É interessante a ligação entre seus nomes, Jack WHITE e Porcelain BLACK.
Mallu - Sambinha Bom
Sambinha Bom, 2º single do 3º album de Mallu, Pitanga, foi um dos grandes lançamentos da música brasileira nesse mês. A música, tranquilamente influênciada por MPB e Bossa Nova, ganhou um clipe extremamente rico em cores e estilo.
Nele, Mallu canta, dança e ainda se encontra em névoas congelantes. Sambinha Bom se mostrou arte pura.
No Doubt - Settle Down
Outro grande lançamento foi o primeiro single da banda No Doubt, após 10 anos sem novidades; seu último album foi Rock Steady (2001), e Settle Down foi a faixa escolhida para iniciar o tão aguardado retorno da banda liderada por Gwen Stefani, que nesse intervalo usufruiu de uma bem sucedida carreira solo.
O novo album, então chamado de Push and Shove, já é um dos mais promissores do ano, e um grande concorrente para o quinto album da canadense Avril Lavigne, também previsto para esse ano.
A industria do terror sempre foi uma das mais produtivas do cinema, mas há tempos a qualidade desse genero tem sido contestada. E por que?
Pensando nisso, resolvi listrar três dos mais bizarros e engraçados filmes de "terror". E, acredite, eles são reais!
O BISCOITO ASSASSINO
Sinopse: O Biscoito Assassino é a história de um biscoito que é possuído pela alma de um assassino que foi morto na cadeira elétrica. Decidido a se vingar da mulher responsável por sua morte, o biscoito sai à procura de vingança.
O filme lançado em 2005, e dirigido por Charles Band é um dos mais bizarros do gênero, mas não um dos mais ruins. Assisti sem preconceito, e até que achei a ideia de um assassino reencarnar em um biscoito um tanto que original, mas confesso ser impossível não rir assistir ao longa.
As atuações são boas, a produção é mediana, e o roteiro, assinado por August White, não é dos melhores, já que toda a história se passa em dois únicos cenários, mas foi um filme de sucesso, apesar de ter tudo para não ser.
O pior, além da história em si, é o fato de tudo ser levado a sério! Os atores dão o seu melhor, e você não encontra algo explicitamente engraçado, a não ser por ser uma viagem. É engraçado por ser tão sem noção, mas um trabalho sério de terror. RISOS
Ah, e ele ainda teve mais duas continuações! Lançadas em 2008 e 2011, sendo a última em 3D, da pra acreditar?
A VAGINA DENTADA
Sinopse: “Teeth” é uma história sobre DDawn O'Keefe (Jess Weixler), uma garota do colegial que vive em abstinência sexual por causa de sua religião, mas quando não suporta mais a pressão por fazer sexo, descobre que ela é diferente de todas as outras garotas: sua vagina possui dentes afiados, e ela os usará sem piedade nos garotos que abusarem dela.
O que seria pior que um biscoito assassino? Uma vagina carnivora? Aí está! RISOS
O longa, lançado em 2007 e com direção e roteiro assinados por Mitchell Lichtenstein, se junta a lista dos mais bizarros filmes de terror por sua história ser simplesmente inimaginável!
As atuações são ok, e a direção também, mas o roteiro realmente é muito engraçado. Porém, não chega a ser um filme ruim; sua produção é muito boa, e, por incrível que pareça, consegue assustar, ou nos dar uma certa tensão, em alguns momentos.
Assisti também sem preconceito, e posso dizer que gostei e até assistiria novamente, mas não posso dizer que foi uma ideia de total sucesso. Porque, realmente... Uma vagina dentada?
A CAMISINHA ASSASSINA
Sinopse: Após perder um dos testículos para a temível camisinha assassina, o detetive Luigi Mackeroni tenta eliminar a ameaça de látex, criada por seita de loucos que querem eliminar os tarados de Nova Iorque.
Realmente, depois de um biscoito assassino e uma vagina carnívora, achei que não pudesse haver criatividade bizarra maior, mas me enganei ao encontrar esse clássico do trash chamado Camisinha Assassina!
Com direção de Martin Walz e roteiro de Mario Kramp, o filme ta mais pra policial que terror, e reúne tudo o que jamais imaginaríamos juntos: um detetive, uma seita e uma camisinha com dentes!
Pode-se ver até uma mistura dos dois filmes citados anteriormente, pois tem dentes, como em A Vagina Assassina, e vida própria como Biscoito Assassino, tem coisa mais bizarra?!
Infelizmente, dos três esse foi o único que eu não assisti, até porque por ter sido lançado em 1996, seja o mais difícil de se encontrar pra download, mas aparentemente deve ser o melhor (se é que vocês me entendem) da lista, não?
Ah, detalhe pro slogan da capa brasileira: "Agora é a camisinha que come você!" RISOS
E ai, gente, já assistiram algum desses inusitados filmes? Eu recomendo, de verdade! haha
Nos últimos meses muitos filmes bons têm estreado no cinema mundial, como Os Vingadores e Branca de Neve e o Caçador, e a cada mês mais estréias chamam atenção do público, como nessa semana, que estreará três distintos e interessantes filmes.
No exato dia 06 de Julho, entrará em cartaz nos cinemas brasileiros três títulos, vindos de três países: o estado-unidense “O Espetacular Homem-Aranha”, o francês “A Guerra dos Botões” e o brasileiro “Histórias que só Existem quando são Lembradas”, e qual assistir?
O Espetacular Homem Aranha
“O Espetacular Homem-Aranha é a história de Peter Parker (Andrew Garfield), um estudante rejeitado por seus colegas e que foi abandonado por seus pais ainda criança, sendo então criado por seu Tio Ben (Martin Sheen) e pela Tia May (Sally Field). Como muitos adolescentes, Peter tenta descobrir quem ele é e como tornou-se a pessoa que é hoje. Quando Peter descobre uma misteriosa maleta que pertenceu a seu pai, ele começa uma jornada para entender o seu desaparecimento. Procurando por respostas e uma conexão, Peter comete um erro que o coloca em rota de colisão com o alter-ego do Dr. Connors, O Lagarto.”
A história todos já conhecem, não somente devido aos quadrinhos, mas principalmente ao primeiro Spider Man, lançado há exatamente 10 anos, e que arrebatou multidões. E por que reconta-la? Os produtores acreditam que um maior enfoque na história dos pais de Peter é importante e algo que deve ser mostrado, mas, já lançado nos Estados Unidos, parece que nem todos partilharam da mesma idéia :Fãs de longa data do super-herói, e dos atores que formaram o primeiro longa, reclamaram, principalmente, do enredo fraco, que abusaria de coincidências para fazer sentido.
De fato um reboot de Homem Aranha não parece ser necessário, principalmente recontando uma história tão conhecida e bem sucedida, mas também podemos esperar um possível sucesso, como aconteceu com o premiado reboot de Batman.
De qualquer forma, O Espetacular Homem Aranha soa mais como uma empreitada comercial lucrativa do que uma necessidade em recontar a história, não?
A Guerra dos Botões
“Em 1960, em uma aldeia no sul da França, um bando de meninos com idades entre sete e 14 anos, liderados pelo audacioso Lebrac (Vincent Bres), está em guerra com as crianças da aldeia vizinha. Para vencer seus inimigos vale tudo, até aceitar a ajuda de uma garota. Mas não é fácil ser um pequeno exército de homens sem ser pego pelos pais. Ao voltar para casa, após um dia de batalha com as roupas rasgadas e botões a menos, o maior desafio é ser discreto para fugir do castigo.”
Lançado no final de 2011 na França, “A Guerra dos Botões” chega ao Brasil de forma discreta, mas chamativa para os que já se deleitaram com o livro de Louis Pergaud, de 1912, ou com as primeiras adaptações cinematográfica, de 1936, 1962 e 1994.
Ao contrário de O Espetacular Homem Aranha, A Guerra dos Botões ganha sua quarta refilmagem (terceira francesa – a de 94 é americana), trazendo uma releitura necessária da obra que trata de lições de união, amizade e confiança. Mesmo que aparentemente um filme infantil, o longa se mostra maduro o suficiente para atrair todas as idades, conquistando por sua simplicidade, talentos mirins, fotografia e roteiro, que singelamente passa suas lições sociais, fazendo com que a os antigos lembre sua juventude atual, e que os jovens aprendam a como bem começar a sua.
Talvez você não encontre o longa facilmente nas salas de cinema, mas caso encontre, aqui vai minha recomendação.
Histórias Que Só Existem Quando Lembradas
“Jotuomba é uma cidade fictícia, ambientada no Vale do Paraíba, onde nos anos 30 grandes fazendas de café faliram e cidades antes ricas se tornaram quase fantasmas. Lá vive Madalena, a velha padeira, presa à memória de seu marido morto e enterrado no único cemitério da cidade, hoje trancado. Rita, uma jovem fotógrafa, chega à cidade e pouco a pouco modifica o cotidiano de Madalena”
Participante dos festivais internacionais de cinema de Veneza, San Sebastian, São Paulo, Varsóvia, França e Toronto, o longa brasileiro “Histórias que só existem quando lembradas” chama atenção por intrigar, e encanta ao formar uma bela relação entre as personagens principais, refletindo sobre o velho e o novo, tradição e modernidade.
Dirigido pela estreante Júlia Murat, o longa se garante como uma grande revelação e aposta do cinema nacional, não somente por seu enredo impecável, mas também por sua direção, fotografia, trilha sonora e atuações ao contar uma história que promete envolver seu espectador.
Seu sucesso não somente se deve à qualidade técnica mencionada, mas também à simplicidade e naturalidade que logo nos é mostrada, onde pequenos detalhes se tornam essenciais, olhares se tornam falar, e silêncios, argumentos.
É uma pena que a principio não seja exibido em grandes salas, mas certamente Histórias Que Só Existem Quando Lembradas deixa sua marca em nosso cinema.
Elas surgiram lá em 2003, quando seu cover de “What I LikeAboutYou”, original da banda The Romantics, estourou fazendo parte da trilha sonora de Freaky Friday, e desde então muita coisa aconteceu. Relembre as Lillix!
Lillix é o nome da banda formada pelas irmãs canadenses TashaRay e Lacey Lee Evin, originalmente chamada Tigerlily desde 1997, quando se juntaram a amigas de colégio. Junto com mais 2 garotas, Kim Urhan e Louise Burns, as Lillix assinaram contrato com a Maverick Records em 2001, com quem, 2 anos depois, lançaram seu primeiro álbum, “FallingUphill”, rendendo aparições em TV, grande número de vendas e o destaque no filme Freaky Friday, da Disney, que as divulgaram para o mundo.
A formula deu certo, e as 4 garotas ganharam destaque na cena musical; o contrato com a Maverick se renovou, e 3 anos depois, em 2006, as garotas se preparavam para seu segundo lançamento, já com a nova baterista Alicia Warrington. Em agosto do mesmo ano foi lançado “InsidetheHollow”, com um som mais cru, rock e menos comercial, talvez motivo esse que fez que, mesmo com reconhecimento e o já lançado single “SweetTemptation”, a gravadora cancelasse contrato com a banda, sem investimento ou divulgação.
Porém, o final do contrato com a Maverick não foi o maior do problema das Lillix, que se intensificou quando Alicia e Louise também deixaram as irmãs Evin, que então declararam hiatus.
O tempo da pausa foi pouco, pois em 2007 as garotas anunciaram a entrada da baixista Ashley Grobell e do baterista Eric Hoodicoff, além de esgotarem os ingressos do Nakusp Music Festival, mas voltaram à pausa quando Ashley também deixou a banda sem maiores esclarecimentos. Houve ainda uma tentativa de continuar trabalhando, quando Scott Thompson substituiu a antiga baixista, mas apenas alguns meses depois também optou por sair.
A banda ficou por 2 anos sem integrantes e gravadora, muitos dos seus fãs se dissiparam, e os que continuaram a apoiar as irmãs pelas redes sociais acreditavam num possível fim da banda, até que em 2009 foi anunciada a entrada de Cameron Bass (baixo) e Alex Varon (guitarra), completando a Lillix com Tasha Ray (voz), Lacey (teclado) e Eric (guitarra), que, mesmo com tantos desencontros e ainda sem gravadora, anunciaram um novo álbum, a ser lançado por selo independente.
“Tigerlily”, em homenagem ao nome original da banda, foi lançado em Agosto de 2010, trazendo um rock mais indie, alternativo, e com influência 80’s e eletrônica; para sua divulgação, o primeiro single escolhido foi “Dance Alone”, que chamou atenção da mídia canadense, e a oportunidade da parceria da banda com o renomado diretor canadense Colin Minihan para a produção de um segundo single.
A música escolhida foi “NowheretoRun”, que contou com um vídeo de grande produção a ser veiculado pelos canais canadenses e por toda rede social, mostrando ainda mais que a banda não havia acabado. O reconhecimento foi rápido em grande parte do mundo, e as irmãs de What I LikeAboutYou logo foram lembradas, tendo seu terceiro trabalho também lançado no Japão, onde felizmente contou inclusive com edição especial.
Mais 2 singles foram lançados, “Backup Girl” e “Dreamland”, ambos com grande produção, completando a era Tigerlily com chave de ouro, mostrando uma Lillix renovada e novamente estruturada, mesmo que sem apoio de empresários ou gravadora.
Com 15 anos de carreira, 3albuns, 8 singles e 7 clipes lançados, as Lillix continuam a reestruturar seu caminho e a se firmar no cenário musical, mesmo depois de tantos obstáculos, provando que nada mais importa do que simplesmente a música.
E você, lembrou das Lillix?
Nos últimos anos, com tanta novidade surgindo simultaneamente no mundo da música, e com o pop dominando todos os âmbitos, tem sido cada vez mais difícil bandas de rock permanecerem na cena, sendo comum vermos grupos surgirem e simplesmente sumirem. Porém, uma banda se mantém intocável em toda essa confusão: Green Day.
Eles surgiram há mais de 20 anos, e o que os mantém na mídia? Sempre novidade.
Seu mais recente álbum, 21st CenturyBreakdown (2009), é dividido em 3 atos, narrando em sequência a história de um casal, e nesse ano a banda prepara mais uma novidade: Uma trilogia de álbuns!
Esperado para 25 de Setembro de 2012, o primeiro volume da trilogia se chamará ¡Uno!,e, segundo o vocalista, será um dos trabalhos mais pessoais lançados por eles, porém, ao estilo Green Day: “Essa é a primeira vez que nós realmente estamos falando sobre sexo.”; e o baixista garante este álbum fará a cabeça de todos.
Os dois volumes seguintes serão¡Dos!e¡Tres!, e estão previstos para 13 de Novembro de 2012 e 15 de Janeiro de 2013. Assista a prévia abaixo:
Conhecidos por seu estilo puramente punk, Billie Joe, Mike Dirnt e TréCool(substituto de dois anteriores bateristas) ficaram famosos no início da década de 90, ao lançarem seu álbum de estréia “39/Smooth”, mas apenas 4 anos depois, após lançarem seu segundo álbum, “Kerplunk’, e mudar para a Reprise Records é que a banda se preparava para o sucesso mundial; em 94, já com a nova gravadora, a Green Day lançou “Dookie”, álbum que rendeu o Grammy de Melhor Album Alternativo e portas para se tornarem uma das bandas de maior sucesso das últimas décadas.
Cinema por si só já é algo extremamente apaixonante, nos fazendo viver múltiplas histórias e sermos diversos personagens, mas mais apaixonante ainda só mesmo aqueles romances que nos fazem vomitar arco-íris de tão encantadores, não?
Ultimamente fui fisgado por esse gênero tão melado, e tenho mergulhado em diversos filmes, mas dois em especial foram diretos pra minha listas de filmes preferidos! E são eles que vou compartilhar com vocês agora:
Flipped (O Primeiro Amor)
Ambientado num subúrbio americano por volta dos anos 50, época de uma sociedade de aparência, Flipped nos apresenta dois personagens, a humildeJuli, filha de pais simples e a “garota estranha” da escola, e o disputado Bryce, que vive sob pressão dos pais e galã da mesma escola. Eles se encontram pela primeira vez aos 7 anos, quando Bryce muda para o bairro de Juli, e ela logo se encanta com o mimado garoto, que a ignora; mais tarde, aos 13, é a vez dele se interessar pela garota amante da natureza, que magoada, o ignora, porém, o destino ainda fará com que suas vidas se encontrem mais uma vez.
O que mais me chamou atenção nessa encantadora história, foi toda a inocência, tanto pela época, quanto pela idade dos protagonistas; é linda a forma como o enredo se desenrola, os acontecimentos ingênuos, engraçados e apaixonantes. Outro ponto principal para ser tão amável é o fato de todo o filme ser contado através da visão de Juli e Bryce; assim, somos transportados para os mesmos acontecimentos, mas vistos de diferentes formas. Criamos uma intimidade com cada personagem, pois vivemos com eles suas angústias, dúvidas, e nos tornamos seus confidentes.
É, de fato, imperdível; uma viagem a uma época de pura inocência e amor.
Mannen Som ElsketYngve (O Homem que Amava Yngve)
Ambientado na Noruega do final dos anos 80, logo após a queda do muro de Berlim, Mannen Som ElsketYngve nos conta a história de um grupo de adolescentes, tendo como personagem principal JarleKlepp, que, aos 17 anos, possuía tudo que um garoto quer: uma namorada que o apoiava, o mais legal melhor amigo e a mais agressiva banda de punk rock da cidade, mas tudo é abalado ao entrar em sua sala o tímido Yngve, diferente de todos que já havia conhecido. Aos poucos, e de forma inesperada, Jarle se vê interessado nesse diferente garoto, passando a conversar com ele, visitar sua casa e fazer coisas que nunca pensou fazer, como ouvir pop e jogar tênis, coisas que seus amigos desprezam, e entre esses dois opostos, Jarle se vê distanciado do que formava sua vida até então, conhecendo um novo lado de si.
O que fez desse filme tão interessante foram alguns fatores: a inocência, trilha sonora e a personalidade dos personagens. O primeiro fator é o principal, pois não há clichês dessa temática, e tudo acontece lenta e discretamente, e surpreendentemente nos vemos dentro de um sentimento puro; o segundo fator também torna tudo melhor, pois com trilha de REM, The Cure e outras bandas de puro rock, não ficamos em um romance comum; e o terceiro fator é o que torna tudo apaixonante, pois é inesperado um punk, com amigos rebeldes, vocalista de uma banda, se interessar por um garoto tão quieto e tímido como Yngve. Mannen Som ElsketYngve não é um filme puramente adolescente, nem puramente de amor, mas um filme que trata da vida em si, suas descobertas, inseguranças e sentimentos.
É uma história pura, justa e verdadeira. Amável.
Ambos os filmes são de direção, trilha sonora e atuações impecáveis. O primeiro tem direção de Rob Reiner e estrelado por Madeline Carroll e CallanMcAuliffe; o segundo tem direção de StianKristiansen e é estrelado por Rolf Kristian Larsen e OleChristofferErtvaag.
Após 14 anos ao lado da ex-esposa Meg White, na dupla White Stripes, e ainda passar pelos grupos DeadWeathers e Raconteurs, Jack White, reconhecido como um dos melhores guitarristas da história, acaba de lançar seu primeiro trabalho em carreira solo, mostrando seu outro lado na música.
Blunderbuss começa rápido e forte com MissingPieces, primeira faixa que nos apresenta um som mais característico do cantor, mais cru e com um esperado solo de guitarra, padrão que se estende nas duas faixas seguintes, deixando a surpresa para a quarta e primeiro single, Love Interruption, que nos apresenta uma melodia simples e envolvente, com grande influência de folk e blues, amarrada em um trabalhado piano e backing vocal.
Esse clima inovador – diferente do rock cru apresentado pela antiga dupla – então se desenrola pelo álbum; a faixa seguinte, e que dá nome ao trabalho, vem calma e lenta,com um trabalhado violão e violino. Duas canções seguemdiscretamente ousadas até chegar na oitava, I’mShaking, que traz a bateria presente numa melodia agitada por grande influência de rock 60’s.
O maior destaque, e minha faixa preferida, ficou com a décima Hit Poor Boy, que mescla entre o calmo e o dançante, com piano e violão, numa divertida faixa de influência folk. Quase que no final do álbum, somos apresentados à décima segunda, intitulada OnandOnandOn, a mais profunda do álbum, com uma melodia lenta,baixo e teclado, em uma letra que fala da pressão ao procurar o seu caminho.
O álbum chega então em sua décima terceira e ultima faixa,que se mostra um grande resumo desse primeiro trabalho solo de Jack: Take Me withYouWhen Go começa com um grande jogo de vozes e ritmos, em um instrumental rico de bateria, piano, guitarra e uma melodia tranquila até explodir inusitadamente em um solo.
Blunderbuss então encerrase mostrando um álbum plural, onde o rock cru se encontra unido a uma porção de novos ritmos e influências.